As
relações começam e acabam. Um dolorido ponto final segue essa afirmação.
Casamento, namoro, amizade ou até mesmo um amigável parentesco... Tudo isso não possui um prazo acertado de fabricação ou de validade, mas, ainda assim, inevitavelmente, cedo ou tarde, encontram um fim.
Por mais doloroso que possa parecer falar sobre términos de laços significativo, é preciso se fazer entender que não há nada de mal nesse processo e que, na maioria dos casos, não é culpa de ninguém. A vida acontece, as pessoas amadurecem, as circunstâncias mudam e aquilo que um dia fazia sentido passa a não fazer.
A questão é que fazemos grande caso das naturalidades. Ao marcarmos começos, precisamos marcar também “finais”... E puxa vida! Que tragédias eles são! É difícil lidar com o fim do Ensino Médio, o fim inesperado de um filme ou livro impactante, o fim de um objeto querido, até mesmo com o fim de um prato gostoso que você esperou tanto tempo para poder furar a dieta com ele...
E é difícil encarar o fim de uma relação.
É a incoerente sensação de perda! Aquela pessoa que sempre esteve ali para você – seja amigo, namorado, cônjuge – não está mais. Aquela pessoa que um dia você teve para si, agora você a perdeu... “Perdeu”! Sinceramente, de onde raios a gente tira isso?
Simples. Todo esse mar de melancolia vem da necessidade social de possuir as coisas e da reafirmação constante de que precisamos ter as pessoas sempre com a gente, quando, na verdade, não precisamos. Não é desapego, é a aceitação de que nada se pertence – nem objetos, nem valores, nem pessoas. A alma é fluida e as relações, como um inevitável encontro de almas em sintonia, também fluidas o são.
Sendo assim, esse encontro precisa de seu próprio espaço-tempo para nascer, crescer, amadurecer, ressignificar, criar, sentir e, algumas vezes, morrer; ao mesmo passo que também imprime tal ciclo em seus protagonistas. Se permitir conectar com o outro é o desabrochar enriquecedor do “eu”, do “ele” e do “nós” e isso deveria ser uma coisa capaz de despertar unicamente gratidão; ao invés da angústia limitante em querer possuir tudo e todas as coisas.
As relações acabam e esse não precisa ser um processo dolorido. As ligações humanas seguem o ciclo da vida de nascer e morrer para, então, poderem renascer mais uma vez. Algumas vezes, esse renascimento se dará entre as mesmas pessoas e, em outras, não... E tudo bem, pois seguimos criando outros vínculos e conexões com novas histórias e novos corações.
É tudo questão de ponto de vista. Um final pode ser uma significativa morte sentimental daquilo que um dia pareceu te pertencer, sem nunca, de fato, o fazer. Ou... Se assim você escolher, um fim pode ser um belo pontapé para outros cinquenta recomeços.
Pois é, as relações começam e acabam;
(Um misterioso, mas entusiástico ponto e vírgula segue essa afirmação.)
Casamento, namoro, amizade ou até mesmo um amigável parentesco... Tudo isso não possui um prazo acertado de fabricação ou de validade, mas, ainda assim, inevitavelmente, cedo ou tarde, encontram um fim.
Por mais doloroso que possa parecer falar sobre términos de laços significativo, é preciso se fazer entender que não há nada de mal nesse processo e que, na maioria dos casos, não é culpa de ninguém. A vida acontece, as pessoas amadurecem, as circunstâncias mudam e aquilo que um dia fazia sentido passa a não fazer.
A questão é que fazemos grande caso das naturalidades. Ao marcarmos começos, precisamos marcar também “finais”... E puxa vida! Que tragédias eles são! É difícil lidar com o fim do Ensino Médio, o fim inesperado de um filme ou livro impactante, o fim de um objeto querido, até mesmo com o fim de um prato gostoso que você esperou tanto tempo para poder furar a dieta com ele...
E é difícil encarar o fim de uma relação.
É a incoerente sensação de perda! Aquela pessoa que sempre esteve ali para você – seja amigo, namorado, cônjuge – não está mais. Aquela pessoa que um dia você teve para si, agora você a perdeu... “Perdeu”! Sinceramente, de onde raios a gente tira isso?
Simples. Todo esse mar de melancolia vem da necessidade social de possuir as coisas e da reafirmação constante de que precisamos ter as pessoas sempre com a gente, quando, na verdade, não precisamos. Não é desapego, é a aceitação de que nada se pertence – nem objetos, nem valores, nem pessoas. A alma é fluida e as relações, como um inevitável encontro de almas em sintonia, também fluidas o são.
Sendo assim, esse encontro precisa de seu próprio espaço-tempo para nascer, crescer, amadurecer, ressignificar, criar, sentir e, algumas vezes, morrer; ao mesmo passo que também imprime tal ciclo em seus protagonistas. Se permitir conectar com o outro é o desabrochar enriquecedor do “eu”, do “ele” e do “nós” e isso deveria ser uma coisa capaz de despertar unicamente gratidão; ao invés da angústia limitante em querer possuir tudo e todas as coisas.
As relações acabam e esse não precisa ser um processo dolorido. As ligações humanas seguem o ciclo da vida de nascer e morrer para, então, poderem renascer mais uma vez. Algumas vezes, esse renascimento se dará entre as mesmas pessoas e, em outras, não... E tudo bem, pois seguimos criando outros vínculos e conexões com novas histórias e novos corações.
É tudo questão de ponto de vista. Um final pode ser uma significativa morte sentimental daquilo que um dia pareceu te pertencer, sem nunca, de fato, o fazer. Ou... Se assim você escolher, um fim pode ser um belo pontapé para outros cinquenta recomeços.
Pois é, as relações começam e acabam;
(Um misterioso, mas entusiástico ponto e vírgula segue essa afirmação.)

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