Das coisas que vem e vão,
Tão fluidas e
passageiras
Nos buracos de apego do meu coração,
Peço que você fique, mesmo que nas beiras
Mesmo que nas certas incertezas
Do meu sentir.
Nos buracos de apego do meu coração,
Peço que você fique, mesmo que nas beiras
Mesmo que nas certas incertezas
Do meu sentir.
Peço em silêncio e
espero
Que a leveza da liberdade não lhe pese demais
Que esteja bem longe de ser o que eu quero
Mas que seja sempre você, sempre tanto, sempre mais
Mesmo que insistam em te atar
A nós.
Que a leveza da liberdade não lhe pese demais
Que esteja bem longe de ser o que eu quero
Mas que seja sempre você, sempre tanto, sempre mais
Mesmo que insistam em te atar
A nós.
Seu ser presente,
longe de qualquer pretensão,
Dá asas à sabedoria de mil vidas
Dá serenidade à minh’alma em confusão
Dá paz a todas as dores antes inferidas
Mesmo que quase nunca dê
Para você vir.
Dá asas à sabedoria de mil vidas
Dá serenidade à minh’alma em confusão
Dá paz a todas as dores antes inferidas
Mesmo que quase nunca dê
Para você vir.
E nesse vem e vai
que sigo,
Imagino seus passos perdidos que encontro na estrada
Respiro o sentimento que você guardou comigo
E amo, mesmo que não lhe signifique nada
Mesmo que signifique tudo
Mesmo que signifique nós.
Imagino seus passos perdidos que encontro na estrada
Respiro o sentimento que você guardou comigo
E amo, mesmo que não lhe signifique nada
Mesmo que signifique tudo
Mesmo que signifique nós.
(Poema-resposta a música 'Para você dar o nome' da banda 5 a seco)
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